Muitas vezes penso nas ironias da vida
Como se quem tivesse algo que deixar ao mundo
Que não fosse semente
Fosse condenado ao nada
O mundo…essa imensa janela aberta tão bonita!
O mundo dessa imensidão de mar e céus sempre tão azuis
E não tendo semente a quem deixar o testemunho
De tão breve passagem por tão belo local lego apenas
A minha alma, tão etérea quanto o céu e tão volátil como o mar...
Susana 2009
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