domingo, 8 de junho de 2008

10 de Junho...13 de Junho...

Duas datas a memorizar...uma por ser o dia de Portugal...outra por ser o dia de um Português...que viveu aqui em Coimbra...e que morreu no dia 13 de Junho de 1231 em Pádua....
Lembrei-de de Santo António agora mesmo...quando a minha Avó Tila me telefonou para saber notícias da bisneta...minha sobrinha...é claro que a minha Avó vê em tudo que a Maria faz o meu Pai...o Avô...agora as semelhanças têm a ver com o facto da pequenita só dormir a ser embalada...e lá veio a lenga,lenga da Avó Tila, para eu ensinar ao meu Cunhado, para ele embalar a Mariazinha...
«Saía Sto António do Convento...
NANANANANANANANANNNNNNNNNNNNN..como não fixei o resto, é claro que tinha de ir à WWW procurar a letra que óbviamente não encontrei, mas encontrei esta referência ao nosso Amigo António...o que me trará mais tarde a outros devaneios,não místicos, porque não sou muito religiosa...mas bem portuguesinhos...não vou resistir a falar de outras personagens que me encantam e com as quais partilho a nacionalidade...embora não a carga genética...de que a Mariazinha já só numa infima parte também partilha comigo...por isso aqui fica a mensagem, a promessa e o engodo!!
Beijos para ti! em particular que estás a ler agora e para todos vós meus Queridos!!
Obrigada!
Na Wiki:
"Santo António de Lisboa (português europeu) ou Santo Antônio de Lisboa (português brasileiro) , OFM Conv. (Lisboa, 15 de Agosto de 1195 — Pádua, 13 de Junho de 1231), de seu nome de batismo Fernando Martim de Bulhões e Taveira Azevedo (ou Fernon Martin di Bulhon y Tavera Azeyedo) filho de Martim de Bulhões e Maria Teresa Taveira Azevedo. É também conhecido como Santo António de Pádua, por ter vivido e falecido nessa cidade italiana. Regra geral, os santos católicos são conhecidos pelo nome da cidade onde falecem e onde permanecem as suas relíquias – pois que, na doutrina cristã, a morte mais não é que a passagem para a verdadeira vida –, e não daquela que os viu nascer; assim sucede com Fernando de Bulhões, que nas demais línguas europeias é chamado de Pádua, e apenas reverenciado pelos povos de língua portuguesa como de Lisboa."

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